Nada nos dá mais orgulho na vida do que concluir algo com êxito. Um curso, uma etapa, uma tarefa, no meu caso, a produção de um álbum.
Ao desembarcar em Nova Iorque na última sexta (03.jun), enviado pela Sony Music, com a missão de acompanhar todo o processo de masterização no Sterling Sound e concluir, enfim, a produção do álbum da Wanessa, eu sabia que o resultado deveria ficar impressionante, mas não imaginava que toda essa jornada de três dias, em minha própria companhia, ficaria para sempre marcada em minha vida. Foi uma das experiências profissionais mais incríveis e enriquecedoras de toda a minha carreira, até o momento.
É impossível não sentirmos emoção ao sairmos do elevador. “Cara, quem já passou por aqui?”. Não digo apenas os artistas, mas e os produtores, os grandes executivos!
Verdade é que me senti em casa e completamente à vontade no Sterling. O ambiente tem um astral que eu mesmo não esperava encontrar! Chris Gehringer, notoriamente, ama o que faz, por isso é o “mestre” que é. Em oito horas de trabalho junto a ele, tive a oportunidade de conversar, conhecer e explicar o que queria nesse álbum. O orgulho imenso me invadiu quando, ao finalizar a primeira faixa, Chris virou-se e soltou um belo elogio: “Que ótima cantora, além disso, o inglês é perfeito!”
Mas, estremeci mesmo ao ouvir: “Muito boa essa composição, muito bacana a produção!”
Gostoso poder receber elogios vindos de um super profissional acostumado a ouvir SÓ os hits!
Ao final, despedi-me da simpática equipe do Sterling, desci até o térreo, cruzei os corredores do mercado com a “master” debaixo do braço e lá fui eu a pé para o hotel, com a nítida sensação de missão cumprida. O pop brasileiro está prestes a ganhar um álbum com uma sonoridade impressionantemente atual!
A entrada do clássico Chelsea Market; e observando Chris Gehringer, já nos estúdios
Fonte: DJ Sound








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