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DNA é o oitavo álbum da carreira de Wanessa Camargo. O disco acaba de ser lançado totalmente em inglês e é um prato cheio para quem gosta de se acabar na pista de dança. A cantora visitou os estúdios da Jovem Pan e contou detalhes do novo trabalho e desta etapa de sua carreira, além de falar sobre meio ambiente, gravidez, maternidade e projetos para o futuro. Confira na reportagem de Sandra Ferreira.
Fonte: JovemPan Online

A cantora, grávida de 6 meses, fala sobre sua nova fase pessoal e profissional. A filha de Zezé agora canta em inglês, trabalha com rappers americanos e teve recentemente uma de suas musicas indicadas pelo New York Post como um dos hits da musica dance.
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Zezé di Camargo participou nesta quarta-feira (28) da gravação de um programa especial do “Altas Horas”, que celebra seus 20 anos de carreira. A alegria mostrada durante toda a gravação ficou de lado quando o sertanejo foi questionado sobre o que achou do comentário de Rafinha Bastos que, durante um CQC, após ouvir Marcelo Tas dizer que Wanessa estava grávida, disparou: “Eu comeria ela e o bebê”.

A frase polêmica gerou diversos comentários, mas Zezé prefere não prolongar o tema. “Não quero entrar nesse assunto. A intenção dele é levantar polêmica e não vou dar esse prazer para ele”, afirmou o músico, que voltou a sorrir novamente ao falar de seu primeiro neto, José Marcos. “Era para eu ter sido avô antes. Elas tiveram dó de mim. Com 49 anos, já tenho idade para ser avô”, brincou Zezé.

Durante a gravação do programa global, ele também fez piada com o nome da criança, escolhido para homenagear ele e o avô da criança, pai de Marcus Buaiz. “Na hora que me falaram que iriam me homenagear, eu pensei: ‘ai meu Deus, Mirosmar, não…’”, brincou Zezé, que tem Mirosmar como seu nome de batismo.

Nos bastidores, ele contou que, por enquanto, não fez nenhuma canção para o neto, mas que, quando ele nascer, tudo será em homenagem a ele. Avô-coruja, ele pretende aproveitar ao máximo o tempo ao lado do neto. “Espero ter uma vida normal com ele. Quero estar sempre ao lado dele, mas não quero roubar o prazer do pai”, declarou ele, que já enxerga o lado bom de ser vovô. “Neto é bom por isso. Você pega só as partes boas. Depois, você passa para os pais. Acho que serei um avô assim também”.

Fonte: IG

Aconteceu nesta terça-feira, 27 de setembro, a participação da cantora Wanessa no Batepapo Uol que contou com a participação de fãs e admiradores do seu trabalho. A cantora contou que levou aproximandamente um ano para produzir o álbum 'DNA': "Este novo disco tem músicas com letras muito boas, grandes participações e uma produção bem detalhada. Há um ano comecei a receber as primeiras músicas demo e trabalhei nas melhores, para deixá-las com a minha cara." E no meio de toda a produção eis que surge a boa nova: Wanessa estava grávida do primeiro filho!

Mesmo com a gestação, Wanessa mantém o rítmo dos show, (o último antes da licença maternidade será dia 29 de outubro) adptando os movimentos no palco, e já avisa: "Só vou parar os shows em dezembro, janeiro e fevereiro." 


Abaixo você pode conferir as perguntas que foram respondidas pela Wanessa:


(Clary Mota) Não desmerecendo os outros, mas a meu ver DNA é um dos melhores, se não, o melhor cd de toda a sua carreria até agora. Com ele vieram muitos novos fãs. Pessoas até que não gostavam muito do seu estilo agora te admiram. Como vc vê tudo isso? Bjs!
Wanessa: Clary Mota, Este novo disco tem músicas com letras muito boas, grandes participações e uma produção bem detalhada. Há um ano comecei a receber as primeiras músicas demo e trabalhei nas melhores, para deixá-las com a minha cara.

(Clary Mota) Boa tarde! Wan... DNA será mesmo a próxima música de trabalho? Vc pretenta gravar um clipe pra ela também? Bjs!
Wanessa: Clary Mota, Eu gosto de ouvir esses elogios [risos]. Percebo nos shows um público renovado, principalmente crianças. O público GLBT também tem crescido bastante. É muito bom observar esta aceitação. Por conta da gravidez, não conseguirei fazer um clipe dançante, como pede a música DNA, mas vamos trabalhá-la bastante nas radios.

Wanessa: [Sobre o show] Com a gravidez, mudei um pouco as apresentações, pois não posso ficar pulando. Adaptei um pouco a coreografia, mas o show está igualmente lindo.

Wanessa: [Agenda de shows] Só vou parar os shows em dezembro, janeiro e fevereiro.

(fernanda SP) Oi Wan! Como está sendo essa sua proximidade com o público gay agora? Foi sempre algo natural pra você ou você se sente mais próximo desse público agora com seu novo estilo?
Wanessa: fernanda SP, Sempre foi natural. Tenho uma identificação muito grande com este público. Eles me ajudaram bastante na carreira, pois me dão dicas de figurino, iluminação etc. Fico muito feliz de perceber que este grupo continua abraçando o meu trabalho.

Wanessa: [Sobre o clipe da música "Sticky Dough"] O vídeo mostra uma mulher batalhadora, confiante... Usamos o esporte como simbolismo desta luta feminina com os homens. O clipe também tem muito de street dance, que é algo que adoro. Eu já estava grávida, mas ainda deu para usar um figurino que escondesse a barriga, para não datá-lo.

(Babi_Mazz) Oieee Wan,deixa te perguntar ano que vem vc vai gravar mesmo seu novo dvd??te amodorooo
Wanessa: Babi_Mazz, Vou sim, nem que seja com uma câmera no meu quarto [risos]. Na verdade devo gravar ainda no primeiro semestre do ano que vem. Estava só esperando juntar um pouco mais de material, mas agora com este novo álbum, isso é possível.

(Paola) Oi Wanessa! Como você está fazendo pra manter o pique e fazer seus shows durante a gravidez? Você está sendo um exemplo pra muitas mulheres! ;)
Wanessa: paola, Durante os shows e os ensaios já me exercito bastante. Além disso, faço caminhadas, e devo manter este ritmo enquanto der.

(Mike) Wanessa, você se ofendeu com o que o Rafinha Bastos falou sobre vc e seu filho? (ele falou que "comeria vc e seu filho tb", durante o CQC) Você gostaria que ele te pedisse desculpas ou para você não fará diferença?
Wanessa: Mike, Prefiro não comentar este assunto.

(AlexCorbetta) Oi Wan, lindona, td bem? Como está sendo ser mãe pela primeira vez? Tá conseguindo conciliar carreira com materdidade?Bjão amore, amo vc.
Wanessa: AlexCorbetta, Já senti que a minha cabeça está mudando. Fiquei mais sensível. Estou entendendo melhor minha mãe, minha avó...

(Gin/Tih DNA RJ) DIWA, conta pra nós: você escreveu alguma música para seu filho, José Marcus? *_______*
Wanessa: Gin/Tih DNA RJ, Ainda não.

(Rafael Fusco Barue) Wanessa vc vai abrir o show da Britney no Brasil?
Wanessa: Rafael Fusco Barue, Se fosse agora, iria atrás disso, mas como será em novembro, não terei como montar o show que gostaria. Quem sabem em uma próxima apresentação...

(@Dudu_Rodrigues) Próximo CD. Inglês ou Português? Eu particularmente amo em inglês. Gosto de ir na balada e me acabar dançando suas musicas lá. A Balada já era ótima com musicas de outras cantoras mas depois que suas músicas começaram a tocar lá é melhor ainda.
Wanessa: @Dudu_Rodrigues, Gosto do inglês, mas o português é a minha língua. Tudo depende muito do momento de compor. Não tenho restrições.

Wanessa: [Sobre as mudanças de estilo] Gosto muito de mudar o visual. Mas para alterar o cabelo, é legal ir a um profissional bacana. Antigamente mexia muito na cor, mas mantinha o comprimento. Um dia testei uma peruca para ter uma ideia de como ficaria com o cabelo mais curto e gostei... Hoje me preocupo mais com a saúde dos fios do que com o tamanho.

(Mike) você tem planos de dar "Sticky Dough" para algum dj remixar? Eu sugiro o Edu K, ficaria genial !!
Wanessa: Mike, Já fiz isso com algumas composições...

(SarahKirley Maceió) e seus pais? o que estaao achando dessa sua nova fase?? beijoos
Wanessa: SarahKirley Maceió, A minha está adorando. Ela tem indicado o CD para todos os amigos. O meu pai não se identifica muito com este tipo de música, mas achou muito divertido.

(Dani) Wan (olha a intimidade...rs)...eu sempre soube q vc chegaria nesse tipo de música q vc tá fazendo agora, eu sempre soube que é isso q vc realmente gosta...a pergunta é : pq vc não fez isso desde o inicio da sua carreira? Vc sempre teve um inglês ótimo pra esse tipo de música e eu, particularmente, prefiro a sonoridade da sua voz em inglês!!! Bjão - Daniela - Santo André, SP
Wanessa: Dani, Eu sempre tive uma adoração por música pop, mas também tinha um gosto pelo country. O que fiz no primeiro trabalho foi mesclar os estilos. Além disso, nesta época eu era jovem demais, ainda batia uma insegurança de já fazer um projeto totalmente autoral. Com o tempo, fiquei mais dona da minha carreira... Eu precisava passar por todas as fases.

Wanessa: [Sobre a carreira internacional] Eu não tenho um plano para trilhar uma carreira internacional, mas gostaria de tentar. Porém, sem abandonar o meu trabalho no Brasil.

(Alexandre fortalez) Wanessa sabemos que você admira muito o tranalho da Madonna e a pergunta é A música "Blow me away" tem influência de "Isla Bonita", da Madonna?
Wanessa: Alexandre fortalez, Quando esta música chegou para mim, pensei "oba, minha isla bonita". Ela chegou mais eletrônica, e eu a transformei numa coisa mais latina.

(babi) vários artistas brasileiros acabam desistindo de uma carreira lá fora quando tem que começar do zero. Você mudou todo seu estilo agora, você vai investir de verdade no exterior ou vai esperar a música se espalhar por si mesma? Na Espanha já tá tocando, né? rs
Wanessa: babi, Quero fazer um trabalho lá fora sim, mas mais pra frente. Terei ideias, vou pensar. Mas como disse antes, sem abandonar minha carreira no Brasil. O segredo é levar a música, tentar colocá-la nas rádios... É um trabalho de formiguinha.

(Alan 15 sp) Wanessa estou viciado em todas as musicas do cd novo na minha opinião o album DNA é melhor que Born this Way da Gaga. Mas vamos a pergunta; A Bam Bam Pode vim ao Brasil pra praticipar do proximo dvd.
Wanessa: Alan 15 sp, Para o DVD ainda vou pensar. É preciso conciliar as agendas.

(MaurilioRios) Linda Diwa, voce esta entre as 20 mais votadas no Mtv Push dos EUA, porque a sua produçao nao faz algum tipo de divulgação pra votação, pra voce ter mais divulgaçao la fora ainda mais numa grande midia como a MTV
Wanessa: MaurilioRios, Eu não sabia que estava no MTV Push. Muito obrigado por avisar [risos]. Outro dia vieram me dizer que na Espanha tem música minha tocando. Os fãs me informam bastante.

Wanessa: [Sobre a internet] A internet é uma ferramenta muito importante na minha carreira. Gosto muito de trabalhar com o site. Ali tenho espaço para falar sobre tudo. O endereço do meu site é: www.wanessa.uol.com.br e o meu Twitter: @wanessaoficial

(Eduardoimbituba) Teremos umm novo visual para o DVD em 2012?
Wanessa: Eduardoimbituba, Ainda não sei, mas espero que esteja bem magrinha [risos]. Devo mudar um pouco o cabelo. Esta franja na cara o tempo inteiro não dá. Bom, mas vamos ver, ainda tem tempo.

(Gustavomarmotinha) Oi Wan sou o gustavomarmotinha de Ribeirao Preto me responde uma coisa... hoje voce tem uma super equipe que esta por todos os lados tornando o contato com o fa mais pertod de voce difgamos assim,,, essa equipe foi ideia do Marcus quando era seu empresario e se com a fase dele sendo seu empresario foi de grande importancia em suas decisoes? do estilo que segue hj??
Wanessa: gustavomarmotinha, Eu sempre tive alguém cuidando dos fãs clubes, enviando informações oficiais... O Marcus foi essencial para minha carreira. Ele me dá força para colocar as minhas ideias em prática.

(@sergishenrique) Quando foi que você decidiu que estava pronta para cantar músicas em inglês?
Wanessa: @sergishenrique, Morei fora durante um ano e meio. Além disso, sempre pratico. Mas tenho um sotaque, é claro.

(EMERSON) Wan mata nossa curiosidade, qual é a sua música preferida do DNA?
Wanessa: EMERSON, É complicado escolher uma só, gosto de várias, mas no momento tenho escutado muito "Sticky Dough".


Sobre a próxima música de trabalho, Wanessa adianta que suas preferidas são "DNA" e "Blow Me Away".
Assista o vídeo abaixo tudo que rolou:


Participaram do Bate-papo 1104 pessoas. Fonte: UOL

Wanessa equilibra as tarefas de divulgar o novo álbum, DNA, e de se preparar para a chegada do primeiro filho

Wanessa
“Estou mais empolgada comprando discos para ele do que as roupinhas”, diz Wanessa, grávida de cinco meses, sobre os preparativos para a chegada do filho, José Marcus. Não é só o DNA biológico da artista que foi repassado no rebento: Wanessa desde já tem colocado sua genética musical no garoto, que antes de sair da barriga tem frequentado os muitos shows de divulgação de DNA, disco recentemente lançado pela mãe. “Dizem que com o tempo ele vai começar a ouvir os shows e que o som que deixa a mãe feliz também deixa o bebê feliz. Acho que ele já vai nascer no ‘puts puts’. A primeira coisa que comprei para ele foi um CD Bob Marley Para Bebês, e quase chorei”, conta a cantora.
Wanessa aproveita o fato de que a gestação tem sido tranquila e tem mantido uma rotina de trabalho bastante intensa. “Estou adaptando a coreografia conforme não consigo mais fazer as coisas. Está sendo bom porque estou descobrindo novas formas de expressão corporal”, ela afirma.

E haja expressão para dançar a pegada eletrônica intensa desse álbum, como todo tipo de ritmo dançante. Na entrevista abaixo, Wanessa comenta sobre as letras e a melodia das músicas do trabalho, com o qual tem uma espécide de relação sinestésica (“Quando escrevo a letra, vou enxergando como ela é, sentindo o cheiro da música”), da temática das composições, que servem como um diário, e da importância do produtor Mister Jam (a quem se refere como “Fa”, de Fabianno Almeida, seu nome de batismo), essencial para a existência de toda essa variedade rítmica.

Para começar, uma pergunta do tipo “ovo vs. galinha”: como funciona isso do DNA, é a sua genética que está no disco ou a música que está no seu DNA?
Nossa, difícil de definir [para e pensa]. Meu DNA estar na música veio primeiro. E aí acabei tornando o CD um pouco um diário, uma forma de expressar como me enxergo como ser humano hoje, o que quero dizer verdadeiramente. Não o que gostaria de ser, é diferente. Busquei colocar tanto meu lado bom, como coisas que identifico que são difíceis de lidar, alguns comportamentos meus que me irritam. Minhas pendências como ser humano.

E isso está nas letras que você escreveu, por isso funciona como um diário?
Ele é todo pensado e proposital, até na ordem. Começa com “DNA”, comigo falando que aprendi que tenho o bom e o mau dentro de mim, que as pessoas vão me julgar e que não tem como controlar isso. Começa com uma busca sincera de autoconhecimento. Questiono se fui atrás de me olhar no espelho e descobrir quem eu sou de verdade. Daí vamos para a luz, os momentos plenos que temos na vida. “High” [já bem ao final do disco] é uma música espiritual superforte para esse tipo de discurso. É um disco que parte da escuridão e chega na luz.

Como nasceu a parceria com o Mister Jam?
Tudo começou com ele me mandando “Falling For You”. Fiquei apaixonada pela música e gravei logo, antes que algum outro artista a pegasse. Dali já sabia que meu próximo CD seria com ele e que seria um pop bem eletrônico. Música de pista, mas com a liberdade de ter uma coisa mais flamenca em uma música, outra só com piano, essas coisas. Entendemos como um trabalho de parceria, o que é importante, mas ele é um produtor que sabe que está dando voz a algo que é meu, autoral.

Essa variedade toda de vertentes eletrônicas vem mais dele ou de você?
“DNA” foi toda dele. Já em “Stick Dough”, cismei que tinha que ter um funkão carioca na música, queria uma mistureba, aí ele sugeriu colocar dubstep. Em “Blow Me Away” quis essa coisa cigana e ele foi atrás. O produtor é importantíssimo nisso de te ajudar a se fazer entender. Com a experiência, ficou mais fácil dizer o que eu quero, trazer mais coisa para a produção do CD.

Como você encontrou a BamBam e a convidou para participar de “Sticky Dough”?
Eu sonhei com uma voz exatamente igual à dela para essa música! Não achava... as rappers que apareciam tinham uma voz mais agressiva, e eu queria uma voz de menina sapeca. Um amigo do Mister Jam falou que conhecia uma rapper do Snoop Dogg assim. Encaixou direitinho com o meu timbre, tem horas que parece que sou eu cantando, eu mesma esqueço que é a voz dela.

Com esse disco, você acha que chegou ao “estilo Wanessa”?
Cheguei em uma identidade bem uniforme, que com certeza não foi do dia para a noite. São referências de músicas que ouvi a vida inteira, desde que me entendo por gente. Acho que é até um problema, porque eu passeio por muita música diferente. Não gosto de rotina. Eu me emociono com Tonico e Tinoco, Green Day, gosto de uma Celine Dion, Faith Hill, Shania Twain e chego em um Ting Tings. Nunca consegui ser de uma tribo só na escola, é de mim isso. Eu achava mágico e legal cada linguajar, vestimenta e forma de pensar. E a música tem o mesmo intuito. Não precisa ter, sempre, uma supervoz, como a da Adele. Eu aprecio uma voz da Madonna, menor, mas que tem outros elementos. Nunca a Adele vai mandar um “Like a Virgin” como a Madonna, sabe?

O Brasil é carente de cantoras que façam um “pop internacional” como o seu?
O Brasil tem uma cultura muito forte de samba, sertanejo e estilos próprios. O rock foi um desbravador no Brasil – uma influência de fora que conseguiu vir para cá e ter a nossa cara. Os anos 80 foram essenciais para isso. Isso não vai ser quebrado nunca e nem tem motivo para isso. Isso não impede de a gente se identificar com uma música mais internacional. Meu pai me apresentou Queen, e lembro de descobrir o que era a música pop, Madonna e Michael Jackson, e decidir que queria ouvir aquela música para o resto da vida. É curioso, o Mister Jam tem sucessos desde os anos 80 que eu sempre achei que fossem gringos. Se você for pensar: a gente gosta, a gente compra, lota show, por que não fazer essa música aqui também?

Daí o disco ser só em inglês...
Tem uma influência gringa muito grande, não consigo nem enxergá-lo em outra língua, apesar dos temperos e pinceladas latinas. É legal que a música está tocando na Europa sem nenhum de marketing. A ideia era já ter começado a correr atrás de gente que ajude a colocar para tocar ainda mais lá fora, mas como engravidei, os planos agora são outros. Vou parar no fim do ano, volto em março e aí quero gravar um DVD no Brasil e já pensar em mais um CD, além de carreira no exterior. De qualquer forma, tudo isso é só depois que o José Marcus nascer.

Sua parceria com o Ja Rule foi bastante definidora na carreira, certo?
Ja Rule foi o chute no balde. E foi indicação do meu marido, que entende como ninguém de mercado e soube achar um caminho para eu expressar coisas que não tinha conseguido expressar ainda. Queria mostrar um outro lado para o mercado pop fazia tempo e não conseguia. Foi um risco, mas funcionou muito bem. Foi algo muito genuíno – se não fosse verdadeiro, tenho certeza que o público não teria engolido. Estava pronta para parar de cantar, se não conseguisse. Não tinha sentido fazer algo que não fosse a minha cara.

Você poderia comentar a prisão do Ja Rule, por porte de arma, este ano?
Nesse pessoal do rap tem muita gente que vem de gangue, de bairros que competem, a gente sempre ouve falar. Tem amizades erradas no meio. Ele é um cara muito, muito do bem. Fico com o coração na mão. Mas aposto que isso vai dar um monte de letras maravilhosas para ele, aposto que esse bicho está escrevendo um monte. Eu acho que essas coisas até acabam sendo boas para a imagem de bad boy deles. Ele é sensacional, muito doce - tem esse lado bad boy, que não conheço, que estava portando arma, mas tem o lado que eu conheci, de ser extremamente educado com as mulheres, muito apaixonado pelo que faz. Uma das grandes experiências da minha vida foi ver esse cara gravando “Fly”. Ele rasgou a letra e fez tudo na hora, foi impressionante. Quero ainda trabalhar muito com ele, que ele não me apronte mais nenhuma!

A comunidade LGBT te recebeu de braços abertos. Foi planejado?
Desde o começo tive esse público comigo, sempre tive empatia pessoal e profissionalmente. Mas meu trabalho nunca teve foco em público. No começo, talvez, como marketing da gravadora, era público teen. O que foi diferente foi que meu marido teve a ideia brilhante de fazer divulgação, ano passado, cantando na The Week. Eu nunca tinha cantado em uma boate. Estava em pânico, mas quando entrei, parecia que tinha nascido para isso, me encontrei! Foi esse público que me deu a liberdade de arriscar, me expressar no palco fazendo tudo que eu quiser.

Fonte: Rolling Stone




Ela começou timidamente cantando em outra língua no single Fly (com a participação de Ja Rule) no CD "Meu Momento", lançado em 2009. No ano seguinte, vieram as canções "Falling For U", "Worth It" e "Stuck on Repeat". Desde então, Wanessa não parou mais de se expressar em inglês. Assim são as 12 canções de seu oitavo álbum, "DNA".

"As músicas não caberiam em português; pelo menos comigo não funcionou. Isso não quer dizer que eu não vá mais cantar em português, espanhol, italiano", revela a cantora, sabendo do risco que correu. "Mas decidi e segui em frente. Estou feliz porque parece que as pessoas estão gostando do resultado."

Wanessa está mais electropop do que nunca. Suas músicas viraram as queridinhas nas baladas no Brasil e até fora daqui. Garante que sempre curtiu o ritmo, mas foi aprimorando o gosto com o tempo. "É legal porque mistura vários elementos acústicos e sonoridades diferentes." Para esse trabalho, buscou inspiração na galera que fez sucesso nos anos 1980, como Ace of Base, Enigma e Pet Shop Boys.

Em DNA, Wanessa conta com participaçõesespeciais, como Mr. Jam em "Falling For U", a rapper Bam Bam em "Sticky Dough" e o DJ Dave Audé que mixou "Stuck on Repeat". "Foi incrível trabalhar com eles. Ouviram e toparam na hora." Mais do que virar rainha das baladas, a cantora - grávida de cinco meses - também caiu no gosto do público GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais). Isso sem deixar de agradar a galera mais nova e as mulheres que, segundo Wanessa, devem curtir muito "Tonight Forever". "Minha intenção é abranger cada vez mais público. As filhas pré-adolescentes das minhas amigas adoraram."

Quer saber mais? Acompanhe o site oficial http://wanessa.uol.com.br e o twitter (@wanessaoficial).

Fonte: Diário do Grande ABC



A mamãe da vez bombou na internet no fim da tarde desta terça-feira. Em entrevista ao twitter do Sessão Extra , participando do “Sessão twitta”, a cantora Wanessa falou sobre o novo disco, “DNA”, e avisou que vai, sim, gravar um DVD ano que vem:

— A ideia é fazer em uma casa de shows mesmo, mas quem sabe até lá não aparece outra ideia louca — disse ela, revelando ainda que o local desse show pode ser uma boate gay: — Depende muito, isso pode ser uma ideia bacana. Ainda não começamos a pré-produção, que deve iniciar em janeiro.

Sobre a gravidez, Wanessa revelou que a alimentação não mudou muito (“Eu já tinha uma alimentação boa, regrada”), mas confessou:

— Estou com um desejo louco por doces!

Confira abaixo, na íntegra, a entrevista de Wanessa, grávida de 5 meses de José Marcus, ao twitter do Sessão Extra.

SE: Podemos começar a entrevista?
Wanessa: que prazer falar com vocês do Extra por esse novo canal

SE: O prazer é nosso, Wannessa, a primeira pergunta é de @Luciane_Carla: É verdade que vai abrir o show da Britney Spears no Brasil?
W: Hoje saíram algumas notas na imprensa, mas não é verdade. Adoraria, mas estarei com 8 meses de gravidez

SE:De @Angelina_gigi - E como estão os preparativos para a chegada do neném?
W: Não preparei nada ainda, fiz o enxoval em julho e volto a cuidar disso em novembro. Agora estou focada no trabalho

SE:De @jeffecarvalho - Após o nascimento de José Marcus, quando pretende voltar aos palcos?
W: Se tudo der certo volto em março, mas continuarei dando o ar da graça aqui pelo twitter

SE: E as coreografias no palco, continuam a todo vapor?
W: Continuam, mas agora adaptadas. A cada 15 dias mudamos algumas coisas. Mas a energia continua a mesma

SE: De @jeffecarvalho - Qual é sua música preferida do CD "DNA"?
W: Cada semana é uma, nesse momento estou na fase de Sticky Dough

SE: De @CarllosMiller7 - A música "Blow me away" tem influência de "Isla Bonita", da Madonna?
W: Na verdade eu quis trazer o mundo latino para essa música com o eletrônico

SE: De @soaresnatasha - O que acha das críticas de pessoas que não gostam de te ouvir cantando em inglês?
W: Eu respeito as críticas, mas eu busco fazer um trabalho q tenha verdade, mas não dá pra agradar a todos. Não me preocupo mto

SE: De @carlinhos1920 Você pretende focar sempre no inglês ou vêm músicas em português no futuro?
O destino a Deus pertence, estou focada nesse trabalho, o próximo pode ser em inglês, português, chinês hehehehehe


SE: De @jorgesalhani - Há previsões para o lançamento de "DNA" fora do Brasil? #sessãotwitta
W: Não, não planejamos nada. o foco é o Brasil

SE: De @illansuarez - Qual sonho você ainda não realizou na sua vida e carreira? Te Amo, Wan! ♥
W: É o sonho que estou buscando realizar agora.... Levar minha música para todos os cantos do Brasil

SE: E na vida pessoal, o que falta?
W: Já tenho aqui dentro da minha barriga hehehehe

SE: O que já mudou na sua vida desde que descobriu a gravidez? A alimentação, por exemplo, está diferente?
W: Eu já tinha uma alimentação boa, regrada. O que mudou é que agora estou comendo muitos doces. Um desejo louco por doces

SE: E está comendo sem culpa?
W: Estou sim, muito chocolate, demaissss

SE: De @OhaneNunes - Você tem planos de fazer uma turnê pelo país antes de parar?
W: Já estou fazendo, esse final de semana estarei em Floripa, na outra semana em sj dos campos, Recife e Curitiba a agenda completa esta no meu site www.wanessa.uol.com.br

SE: De @luliviana Você pretende ter mas filhos? Quer meninos ou meninas?
W: Pretendo, mas antes vou ter o primeiro e depois eu vejo como será

SE: De @WanessaNoBBB - Você já conheceu Madonna, Beyoncé, Ciara... Qual artista internacional mais legal que já conheceu?
W: Todos sao maravilhosos, a Madonna é a mais poderosa e a Beyoncé, a mais fofa

SE: De @raphaelzi - Como foi a primeira vez que você tocou numa balada gay?
W: Foi uma das coisas mais incríveis da minha vida, me senti em casa, como se tivesse achado o meu lugar!!!!

SE: De @faclubesjc - Você já falou que em 2012 terá DVD. Vai gravar numa boate ou vai fazer uma megaprodução?
W: A ideia é fazer em uma casa de shows mesmo, mas quem sabe até lá não aparece outra ideia louca. Hehehehe

SE: Já pensou em gravar numa balada gay?
W: Depende muito, isso pode ser uma ideia bacana. Ainda não começamos a pré produção, que deve iniciar em janeiro

SE: De @WanessaNoBBB - Você já mudou algumas vezes de estilo. Como prevê seu estilo musical daqui a 10 anos?
W: Espero estar tocando minhas músicas na pista e batendo muito cabelo!!!!


SE: Para terminar... Você vai hoje ao Prêmio Multishow, no Rio? Qual é a expectativa para esta noite?
W: Infelizmente não vai dar pra ir, mas estarei assistindo pela tv

SE: Muito obrigado, Wanessa, foi demais! Até a próxima!
W: Obrigada, adorei! Um beijo para todos vocês

Fonte: Extra/ Adaptado por SÓ Wanessa




No dia 1° de setembro, o 2 em 1 recebeu a cantora Wanessa, que está lançando seu oitavo disco de carreira, DNA.

Neste novo trabalho, a artista aposta no pop dançante e elementos eletrônicos que ela vem trabalhando há algum tempo e o CD vem para registrar esta nova fase da cantora e o título exprimi sua essência: “A música faz parte da minha vida e nesse projeto eu busquei passar exatamente quem eu sou.”

Este oitavo álbum de carreira é totalmente cantado em inglês com uma sonoridade alegre e pensado inteiramente para as pistas de dança. Segundo Wanessa, apesar desse compasso, ainda há espaço para momentos mais intimistas no repertório com músicas que falam muito sobre sua personalidade como diversas maneiras de amor, questões espirituais e crescimento pessoal.

A produção de DNA é assinada pelo DJ Mister Jam, que já trabalhou com Claudia Leitte, Pitty, Marcelo D2 e outros. A parceria nasceu em Falling For U, que foi lançado como single, e de cara rolou uma afinidade musical entre eles: “Nós nos conhecemos há um ano quando ele me mandou Falling For U, nos encontramos para gravá-la e nos comunicamos super bem, temos as mesmas influências musicais e resolvi convidá-lo para produzir o CD”, contou

Mesmo grávida Wanessa não perdeu o gingado em cima do palco e a Gi quis saber como ela faz tudo isso com a barriguinha crescendo cada vez mais e, claro, com cuidado com o filhote que está a caminho. De acordo com ela, a pegada e os movimentos da sua dança já diminuíram bastante e para isso ela vem adaptando toda as coreografias de suas músicas. “Existe todo um trabalho por traz disso tudo para ninguém correr riscos principalmente meu bebê que é a minha prioridade agora”, afirmou. “Quem conhece meus shows sabe que já venho me mexendo menos. O quadril está cada vez mais parado e estou dando ênfase aos movimentos com a cabeça e braços, já não é mais possível dar aqueles pulinhos que eu costumava fazer”, completou.

Por falar na gravidez, a cantora disse que até agora não teve desejos excêntricos, comuns nessa fase da vida da mulher, mas revelou que está bem comilona e não pode faltar um docinho no cardápio.

José Marcus, primeiro filho da artista, vai nascer no final de dezembro e Wanessa vai cumprir agenda de shows até o último final de semana de outubro. Em março, ela pretende voltar à ativa e trabalhar o novo álbum com força total. E, falando em novos projetos, está na programação ainda a gravação de um DVD em 2012 e, posteriormente, o lançamento da carreira internacional, já que DNA está fazendo sucesso no exterior.

Site: http://www.wanessa..uol.com.br




Créditos: Rádio Transamérica/ Jaqueline Pontes/ Fotos: Bruna Marconi





Convidada do "Viva Voz", a cantora Wanessa fala sobre seu amadurecimento - ela começou a carreira aos 17 anos - e sua primeira gravidez. "Não estava planejado, mas eu estava 'liberada' há algum tempo", conta. Confira no vídeo abaixo.




Fonte: GNT







Acima você pode ouvir a versão em áudio da entrevista e abaixo parte da mesma a versão em texto. A visita aconteceu nesta terça-feira, 30 de agosto. Até o momento, a entrevista é a terceira mais acessada do arquivo do programa.

NOVO ESTILO


Emílio: Me diz uma coisa. Você veio naquela leva da Sandy...
Wanessa: Do “teen” que estava se lançando na época.
Emílio: Isso, do “teen”. Você foi para o mainstream com o KLB, Ivete Sangalo, esse tipo de gente que vai ao Faustão.
Silveirinha: O “cast” do Criança Esperança.
Emílio: Aí, em um determinado momento, você parou e foi tocar em balada pros “tchola”. Aí eu vi você em Santos, numa balada. Acho que você publicou no seu Twitter.
Wanessa: Isso.
Emílio: Foi quando eu pensei: “pô, a Wanessa está entrando em um nicho onde não tem ninguém. É só música gringa.” E, a partir desse momento, você adentrou nesse segmento e, hoje, está fazendo muito sucesso nesse cenário.
Wanessa: Então, eu fiz o caminho contrário. Saí do mainstream e fui para um outro nicho de mercado. E hoje eu estou tentando trazer esse tipo de mercado para o mainstream.
Emílio: então você quer ir para o mainstrem.
Wanessa: Na verdade, o que acontece: o meu objetivo é trabalhar na rádio hoje, mas o foco é diferente. Por exemplo, eu não necessito fazer todos os programas de televisão como eu fazia antigamente. Antes eu tinha uma agenda e tinha que ir em todos os programas.
Bola: Você ia no Raul Gil e no diabo a quatro.
Wanessa: Isso. Mas hoje o meu trabalho nem se encaixa mais em certos programas de televisão populares e não funciona em alguns lugares. E isso foi uma opção. Uma opção de realmente buscar uma outra forma de trabalhar esse tipo de música, que funciona melhor na noite. A noite, a rádio e as mídias sociais são as grandes armas do meu trabalho. Não é mais aquele formato mais popular que eu fazia antes. Então, a necessidade que eu tenho de estar em uma capa de revista hoje é nula. O que eu preciso é trabalhar de outra forma. Assim, a minha ideia, na verdade, é trazer essa música para o conhecimento do maior público possível.
Emílio: Fazer com que o seu trabalho apareça. Independente do público.
Wanessa: Exatamente.
Emílio: E é o que todo artista faz.

PÚBLICO GLBT

Pior: seu público é “biba teen” de 19 a 23 anos. Vêm caravanas para os seus shows e descem na porta da “The Week”. É babado! E quando acaba o show, elas se dispersam. São muitas “bibinhas novinhas”.
Wanessa: Então, tem um mercado gigante para isso. Por exemplo, eu fiz um show agora em Poços de Caldas, que foi durante uma Parada Gay. Mais de 20 mil pessoas nas ruas. E não era só o público GLBT, tinha simpatizantes, famílias.
Emílio: Exato, é um segmento.
Wanessa: É uma escolha, um caminho novo. E, com certeza, o caminho onde estou.
Emílio: Agora, me diga outra coisa. Você ia fazer a Parada Gay de São Paulo, mas aí parece que ficaram com medo e você não fez seu show.
Wanessa: A prefeitura embargou. Porque, na verdade, eles não tinham uma estrutura para poder cuidar de 500 mil a 2 milhões de pessoas. Porque a Parada espalha o público e o show iria concentrar essas pessoas em um só lugar e eles não tinham vazão para saídas de emergência, para policiamento e para tudo isso. Então, o show foi cancelado quatro dias antes. E eu já tinha montado o show inteiro.
Amanda: Você chorou?
Wanessa: Não, mas foi um balde de água fria, viu.

VIDA DE ARTISTA


Emílio: Teve um momento em sua carreira que você virou muito mais “notícia” do que “cantora”. Lembra que saía você com Dado Dollabella, essas coisas?
Wanessa: Precisava lembrar disso?
Emílio: Mas você lembra que seu nome sempre aparecia na TV Fama?
Wanessa: Mas nisso tudo a culpa é minha, né. Porque em um momento eu deixei a minha vida pessoal se sobressair sobre qualquer trabalho que eu realizava. Se eu quiser, hoje, ter aquela atenção de novo, eu vou começar a dar um monte de declaração polêmica.
Bola: É só você começar a “causar”.
Wanessa: Isso! E todo mundo sabe como causar e virar notícia.
Bola: É facinho.
Emílio: Mas nessa sua fase, você fazia isso de uma forma pensada ou porque você era jovem e queria se divertir?
Wanessa: Não. Na verdade, eu sempre tive uma grande naturalidade para lidar com tudo isso, essa coisa das pessoas buscarem informações e quererem saber da sua vida. E, em muitas vezes, eu pequei por não saber dizer “não”. E muitas vezes eu, por ser muito teimosa, queria viver minha vida, queria ter 17, 18 anos e não tinha a mesma cabeça que eu tenho agora. Eu pensava “meu trabalho é uma diversão, mas também quero ir para a balada com as minhas amigas, conhecer um menino bacana e ficar.” Ou seja, eu não tinha a ideia que eu tenho hoje de manter a minha imagem, porque sirvo de exemplo para as pessoas e ouras coisas. Eu sempre quis viver o que eu estava vivendo. E eu não sinto nenhum arrependimento. Fui uma adolescente de 17 anos, levei meus tombos, me enganei com as pessoas, dei com a cara na parede...
Emílio/Bola: Uma vida normal.
Wanessa: É, uma vida normal



Fonte: Jovem Pan




A cantora Wanessa foi a convidada especial do Comando de hoje. Rafa Brites conversou com ela durante o programa e você confere tudo na íntegra, agora!

Parte 1:



Parte 2:



Fonte: Mix TV



Wanessa x Sandy Leah? A imprensa até tentou criar um conflito, mas não teve jeito. Wanessa fugiu de polêmicas com Sandy em entrevista ao jornal "O Dia" desta segunda-feira, 22. Grávida, Wanessa Camargo lançou o CD "DNA" e foi questionada sobre a declaração de Sandy à Revista Playboy de Adriane Galisteu. "Não comento o que meus colegas dizem. Além do mais, não somos amigas, não conheço a privacidade dela (Sandy)", esclareceu a cantora.

O "caso" Wanessa Camargo e Sandy é antigo. As comparações são inúmeras, afinal ambas são filhas de cantores da música sertaneja. "A comparação é óbvia. Sandy brilhou como cantora, surgindo como filha de Xororó, da dupla Chitãozinho e Xororó. E Wanessa Camargo surgiu na música como filha de Zezé Di Camargo, da dupla Zezé Di Camargo e Luciano. Mas a Wanessa foi madura na resposta sobre Sandy. Não a conhece direito, não são amigas, ponto final", explicou o crítico musical Airton Gonçalves.

Grávida de seu primeiro filho, Wanessa Camargo também falou sobre intimidades na entrevista. O filho de Wanessa Camargo com o empresário Marcus Buaiz deve nascer em janeiro de 2012 e vai se chamar José Marcus. Acompanhe os principais trechos do bate-papo íntimo com a grávida Wanessa Camargo: lugar perfeito para fazer amor? "Na nossa cama que tem conforto". Wanessa prefere um homem com pegada ou carinhoso? "Acredito no equilíbrio, tudo tem que ter o meio termo". Prefere vinho, cerveja ou cachaça? "Vinho e cerveja, depende da estação. O vinho é muito romântico para o clima frio. Agora na praia, uma cervejinha vai muito bem".

Será que Wanessa Camargo tem algum fetiche com o marido Marcus Buaiz? "Ah, certas coisas a gente guarda, né? Não dá para falar tudo". Ok, ok Wanessa. E para encerrar uma curiosidade: sabia que Wanessa Camargo nunca usou panela de pressão? "Não chego nem perto. Tenho pânico de explodir. É um grande mistério para mim".

Fonte Os Paparazzi




A cantora Wanessa esteve em Poços de Caldas nesse fim de semana  para se apresentar na parada da Diversidade. Já estavamos há muito tentando uma entrevista com a cantora. E hoje quando abri meu e- mail lá estava a surpresa: depois de muita persistência. Com seu novo CD, "DNA", ela vem para fazer a pista se entregar em suas canções. E eu como não sou bobo, consegui conversar com ela antes no Hotel Palace Cassino, encantadora.


1) Você já disse em uma entrevista “Não deixo de viver a minha vida por nada”. Onde está a força que move sua obstinação em sempre prosseguir com os olhos voltados para frente?
A força está na minha família e na minha paixão que tenho pelo meu trabalho, isso me faz avançar mais e mais

2) Qual o melhor horário para que a compositora Wanessa se encontre com a inspiração? Existe um ou a qualquer momento? 
Não existem horários fixos, a inspiração pode vir a qualquer instante, principalmente nos momentos em que estou sozinha.


3) Wanessa, o que você sente quando pisa no palco e vê a energia enviada pelos seus fãs que estão ali prontos para lhe ver e fazer parte do seu show? 
É um momento mágico, único, fazemos uma troca de energia muito positiva, que me faz um bem tremendo.


4) Foi depois do Cd Meu Momento que você descobriu a essência da sua verdadeira Música? 
Descobri a essência da verdadeira música, desde quando comecei a cantar. O CD Meu Momento foi especial para mim, mas o meu novo trabalho DNA está totalmente voltado para o estilo que adotei e que me identifico



5) Como é sua Turnê para Baladas?
A Turnê Baladas foi criada para shows em espaços menores, como em casas noturnas. Eu me apresento acompanhada de DJ e bailarinos e o resultado é incrível. Tenho a oportunidade de estar bem próximo ao público.


6) Que importância se tornou o público LGBT na sua carreira?
O público LGBT é muito querido, abraçou meu trabalho e me nomeou como musa, o que me deixou muito feliz. Tenho o maior respeito por esse público, que é exigente, tem gosto e está sempre antenado com as novidades.


7) Qual a sua expectativa para o show na Parada de Poços de Caldas no dia 21 de Agosto?
Estou muito ansiosa e quero fazer um show incrível, divertido, onde as pessoas possam cantar e se divertirem.


8 ) Uma das ramificações do seu futuro é a busca pela carreira internacional?
Seria consagrador. Minha música recebeu elogios do New York Post e está sendo executada em diversas cidades dos Estados Unidos e Europa. Isso me deixa muito honrada e feliz.


9) Deixe um recado para a galera que lê a Coluna Diz Ai?
Todo o meu carinho e um beijo muito especial para todos os leitores da coluna Diz Aí.


Fonte: Minas G

Wanessa: À espera do primeiro herdeiro, Marcus José


Aos quatro meses e meio de gravidez, a cantora Wanessa não está focada apenas na chegada do primeiro herdeiro, José Marcus, um nome em homenagem ao pai e ao marido, Marcus Buaiz, com quem está casada há quatro anos. "Ele nasceu para ser pai e já é um paizão", derrete-se a cantora, que segue com as apresentações do novo CD, "DNA".


A gestação não diminuiu a intensidade de shows - ou as coreografias intensas no palco. Embora esteja passando por transformações físicas e com seis quilos a mais, ela tira de letra os ajustes que teve que fazer em suas performances: “Primeiro vem o estranhamento, depois a adaptação até que a gente se acostuma”. Wanessa ainda faz um show na boate The Week neste sábado (20), antes da licença-maternidade.


Em conversa com iG Gente, ela conta que sente-se segura para o papel de mãe após ajudar na educação de Igor, seu irmão onze anos mais novo - “Eu troquei fralda, dei de mamar e coloquei para dormir” - e que é uma boa líder em casa e na administração de sua vida financeira. “Eu sei exatamente quanto eu tenho no banco, o que entra e o que sai.” Confira os melhores terchos do bate-papo com a cantora:

iG: O que espera do show na “The Week” neste sábado (20)?
Wanessa: A expectativa é grande, será um marco dos últimos meses de trabalho antes da licença-maternidade.

iG: Em seus shows, principalmente na The Week, você sempre defende a causa gay, fala na primeira pessoa do plural sobre as conquistas. Como foi a sua adolescência em relação à homossexualidade?
Wanessa: Nunca tive uma experiência gay, mas também nunca estranhei porque desde pequena convivi com homoafetivos, até por causa do meio artístico do meu pai. Isso sempre foi natural. Com 11 anos comecei a fazer teatro, e eu lembro que eu já percebia. Também sempre tive amigas mais velhas no prédio que eu morava, então eu de alguma maneira já entendia.

iG: Se seu filho te contar um dia que é gay, qual o maior conselho que você daria pra ele?
Wanessa: Tenho uma regrinha básica que vou usar na educação do meu filho. Respeitar o próximo, o outro, respeitar as escolhas e a vida. Isso vai prepará-lo para uma opção diferente, seja ela sexual ou religiosa


Wanessa ao lado do pai Zezé di Camargo e do marido Marcus Buaiz


iG: Você nasceu em uma realidade bem diferente da qual vive hoje. O que aprendeu com os seus pais que vai passar para seu filho?
Wanessa: Aprendi tudo com os meus pais, que têm caráter, honestidade, são pessoas de bem. Tudo isso quero deixar de herança para os meus filhos, mas também levo para o “DNA”, para qualquer lugar que eu vá. O que eles me ensinaram, eu procuro melhorar e passar adiante

iG: Como está sentindo as mudanças físicas da gestação?
Wanessa: Primeiro vem o estranhamento, depois a adaptação até que a gente se acostuma. A minha barriga está crescendo a cada dia. O bebê já chuta, mas só de levinho!

iG: Com a gravidez, quais adaptações você já teve que fazer nos seus figurinos do show?
Wanessa: Tenho uma equipe que faz isso, mas no momento eu que estou decidindo sozinha o meu figurino, que é diferente para a TV, para o rádio, para os shows. Aumentou um número e estou adaptando para ficar confortável. Às vezes a gente quer ficar muito linda e usa coisas que agora não dá, porque não pode apertar.

Wanessa em show no último final de semana, com um figurino mais larguinho

iG: Você é uma pessoa consumista, que faz muitas loucuras com dinheiro?
Wanessa: Em viagens é quando eu gasto mais dinheiro porque invisto no meu armário, em bons figurinos para shows, mas em geral sou muito controlada. Compro apenas o necessário. Mas lá fora é mais barato, então acabo ficando mais tempo no shopping e me permito até fazer uma loucura.

iG: E quem cuida do seu dinheiro? Você sabe quanto tem no banco, por exemplo?
Wanessa: Eu sei exatamente quanto eu tenho no banco, o que entra e o que sai. Trabalho em conjunto com o meu financeiro e juntos a gente cuida de tudo. Eu faço a liderança, mas não é difícil manter uma casa e uma carreira quando se tem um bom time. Apanhei no começo para ser uma boa líder, mas hoje as pessoas resolvem tudo antes mesmo de eu pedir.


iG: E você se envolve na administração da sua casa? Cuida das coisas do dia a dia?
Wanessa: Meu dia a dia é relax, minha rotina é bem controlada. Tenho uma pessoa que me ajuda muito, a Mari, que é como a minha segunda mãe. É bom ter pessoas competentes, eu só vou ajudando a liderar.

iG: O que acha de ser chamada de “Beyoncé brasileira”?
Wanessa: Acho a Beyoncé o máximo, mas não me vejo como diva. Sou uma menina, meu negócio é cantar e isso é público. Fico lisonjeada com o carinho das pessoas que gostam do meu trabalho. Sou abençoada por fazer o que eu gosto, e ainda me sustentar. Não é todo mundo que tem essa sorte.

iG: Como assim menina?
Wanessa: Eu me sinto uma menina na minha carreira, mas não na vida. Digo isso porque foi tudo muito rápido na minha vida, comecei mais velha. Enquanto tinha gente aprendendo a cantar no colégio, eu estava cantando sozinha no banheiro, como todo mundo faz.

iG: Você é bem próxima da Bia Antony (mulher do ex-jogador Ronaldo), que tem duas filhas já. Ela te deu algum conselho sobre maternidade?
Wanessa: A maioria das minhas amigas ainda está longe de casar. Elas estão numa fase de definição profissional, se firmando na carreira, ou conquistando um posto melhor no trabalho. Um quarto da minha turma já tem filhos, que casou cedo como eu. Assim como a Bia, essas amigas são grandes guias para mim, que me dizem o que comprar, o que fazer, quais historinhas são legais, se ver televisão é bom ou não, coisas desse tipo.

Wanessa é famosa mais próxima de Bia Antony e elas posaram com os maridos - Marcus Buaiz e Ronaldo - no camarim da cantora, em outubro de 2009

iG: Agora é a sua vez de ter a sua família, você se sente preparada?
Wanessa: Não tem jeito, com filho ou sem, sou apaixonada por criança. Eu ajudei a criar o meu irmão, que tem onze anos a menos. Eu troquei fralda, dei de mamar, coloquei para dormir. Tive que explicar várias coisas sobre sexo, acompanhei o primeiro beijo dele. Já participei de uma criação, então não é novidade para mim.

iG: Como é para você sexo na gravidez?
Wanessa: Sexo na gravidez depende de cada um. Para mim é normal, mas não sei como vai ser quando a barriga for crescendo. Ainda não estou nessa fase (barrigão), a minha barriga é bem maleável, ainda dá para dormir de lado, mas não sei como vai ser lá na frente.


Marcus Buaiz e Wanessa Camargo: "Ele é um paizão"

Fonte iG

A cantora fala sobre seus dois “filhos”: o álbum DNA, recém-lançado, e o bebê que está esperandoLeo Lemos/Revista QUEM
Wanessa diz estar vivendo um “momento mágico”, ao receber QUEM para a entrevista. Fala rápido, gesticula e abre um sorriso orgulhoso ao comparar o novo CD que está lançando, DNA, com a gravidez de quatro meses do primeiro filho com o marido, Marcus Buaiz. “São dois filhos. O CD nasceu e agora estou esperando outro”, diz a cantora, que recebeu críticas positivas do jornal americano "New York Post" por uma das faixas do álbum, "Stuck on Repeat": “É o melhor dance que ouvi em anos”, escreveu o colunista Jarett Wieselman.
QUEM: Esse CD é especial para você?
Wanessa:
Sim, porque tudo saiu de mim. Eu liderei esse projeto e tudo aí tem a minha cara. Tive um parceiro incrível, o (produtor) Mr. Jam. Eu ousei muito mais. Não tive corte nem censura. Fui atrás do que eu queria dizer. Sabe aquele papo de “eu amo você e você não me quer”? Eu não quis nada disso nesse disco. Não cabe mais no meu discurso.
QUEM: E sobre o que você canta?
W:
Coisas que têm a ver com meu amadurecimento pessoal. A (música) "Sticky Dough", por exemplo, é sobre a liberdade sexual feminina. Viajo muito, fui para o Egito e vi a repressão que a mulher de lá vive. O sexo ainda é tabu para mulheres de vários lugares. Uma mulher que dá o primeiro passo ainda é chamada de galinha. E não falo só do machismo. As próprias mulheres falam isso das outras. E a gente está falando de amor, de sexo, de prazer. A música é vital para mim. São dois filhos. O CD nasceu e agora estou esperando outro.
QUEM: Já se vê como mãe?
W:
A ficha vai caindo. No momento em que ele nascer, vou nascer como mãe. É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo! Passamos por muitas transformações. Algumas até bem chatinhas (risos). Não falo só dos enjoos, mas, quando você se torna mãe, você não é mais o centro da sua vida. É difícil. Mas é o exercício mais lindo que tem. É clichê falar isso, mas está sendo mágico.
Leo Lemos/Revista QUEM
QUEM: Marcus já está pronto para a chegada de outro homem em sua vida?
W:
Essa criança já está sendo para o Marcus o motivo da vida dele! Ele não vê como alguém que vai disputar espaço com ele. Ele vê como parte dele. O homem que entende isso é especial. Meu pai (Zezé Di Camargo) é assim. Ele é um paizão! Ele ficou grávido com minha mãe (risos)! Não sinto diferença do amor que recebo da minha mãe e do meu pai. E tenho certeza de que Marcus será assim.
QUEM: Isso é importante para você?
W:
Muito! Tem homem que nunca trocou fralda de criança, que acha que basta dar dinheiro e pronto. Não, não é. O mais lindo é ser paizão.
QUEM: Como será o trabalho durante a gravidez?
W:
Vou trabalhar até o oitavo mês. Tinha até dado uma segurada na agenda, pois enjoei muito no primeiro mês. Tive muita dor de cabeça também. Mas tudo passou. Estou ótima. No show, eu me sinto superbem! É impressionante, parece que ele foi concebido para estar no palco (risos)! Aliás, meu filho já chutou no meio de um show!
QUEM: Como os fãs estão vendo esse seu momento?
W:
Meus fãs são incríveis. Até gente desconhecida vem e passa a mão na minha barriga. Eu não estou nem aí! Acho bonito, acho o máximo! Vou gostar de ficar barrigudona, sabe?
QUEM: Está comendo bem?
W:
Já engordei mais do que deveria. Doce está me tirando do sério. Eu comia doce uma vez por semana e tudo bem. Agora, preciso de doce à noite, preciso de doce de tarde, preciso de doce de manhã! Estou comendo leite condensado de colher. Sonhei com leite condensado outro dia! Engordei 6 quilos. E isso era para acontecer com seis meses de gravidez, não com quatro.
QUEM: Pensa em como vai fazer para voltar à forma depois que o bebê nascer?
W:
Não vou ficar doida para voltar à forma rapidamente. Mas pode ter certeza de que vou virar triatleta (risos). Eu gosto muito de correr, sabe? E disso eu sinto falta.
QUEM: Mas você continua a dançar muito nos palcos.
W:
Estou dançando, mas isso não me emagrece. É muito mais cardiovascular. O médico me disse que o que eu fazia antes de engravidar posso continuar fazendo. Só preciso pegar um pouco mais leve. Eu engravidei durante um ritmo intenso de show. Foi em abril, e estava dançando feito louca. Fui descobrir que estava grávida só com um mês e duas semanas de gestação, por causa do atraso (na menstruação). Quando vi que estava bem, eu mantive. Esses pulinhos não fazem nada. Tenho é que me cuidar com batidas e risco de tombos.
QUEM: E como vocês chegaram no nome do bebê?
W:
A gente combinou que, se fosse menino, o Marcus iria escolher. E eu torcia tanto para que o nome fosse José... mas não dei palpite. Teve um dia que a gente estava no carro, em Miami, e ele falou, do nada: “José Marcus”. Aí, eu pedi: “Fala de novo!”. Ele repetiu e eu senti, sabe? Senti que era ele. Que ele gostou do nome. Achei lindo. E o Marcus já até colocou apelido nele, quando falou: “JM na área!” (risos).
GUILHERME SAMORA; FOTOS LEO LEMOS/REVISTA QUEM
Fonte: Revista Quem